Edição Extraordinária Abiquim Informa

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 ANO 35, Edição Especial - 24 DE MAIO DE 2024 
 
COMPETITIVIDADE
Com a presença de Alckmin e
autoridades do governo federal,
Abiquim realiza seminário para debater
temas em prol do fortalecimento da
indústria química brasileira

Evento, que faz parte das comemorações dos 60 anos da Abiquim, apresentou
propostas para que o setor, estratégico para o desenvolvimento do país, gere mais
empregos, amplie a competitividade e impulsione a transição energética

 
  
 
A partir da esquerda: Paula Cesarino Costa; André Passos Cordeiro; e Daniela Manique
Foto: Abiquim/Reprodução
Cerca de 150 pessoas participaram presencialmente no dia 07 de maio de 2024, em Brasília, do Seminário ‘A importância da indústria química para a sociedade e a transição para a química verde’, evento promovido pela Abiquim, em parceria com o Estúdio Folha, e que faz parte das comemorações dos 60 anos da entidade.

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INDÚSTRIA DAS INDÚSTRIAS
Neoindustrialização do Brasil
depende de química forte

Setor necessita de estímulos para ampliar competitividade
e acelerar transição para uma economia verde

 
Foto: Abiquim/Reprodução
Abrindo o evento, André Passos Cordeiro, presidente-executivo da Abiquim, lembrou a crise que o setor químico enfrenta, mas se mostrou otimista: “Não é a primeira vez que a indústria química brasileira é testada em um cenário adverso, e certamente não será a última. Nos 60 anos desde a criação da Abiquim, a indústria química já passou por crises climáticas, econômicas e humanitárias, e sempre foi capaz de cumprir seu papel com excelência: o papel de fornecer insumos essenciais para a saúde, a qualidade de vida, e o conforto da população, produzindo com segurança para o trabalhador e o meio-ambiente, e buscando inovar com o objetivo de prover melhores soluções.”

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INCENTIVOS
Concorrência desleal e preço de insumos básicos são entraves

Base para inúmeros produtos manufaturados, a indústria química,
se estimulada, terá capacidade de gerar mais empregos qualificados, além
de ampliar o desenvolvimento e a inovação tecnológica do país

 
A partir da esquerda: Paulo Gala (online); Leonardo Durans; Deputado Afonso Motta; Rafael Lucchesi; e Alexa Salomão
Foto: Abiquim/Reprodução
A indústria química brasileira enfrenta desafios de competitividade que têm gerado efeitos negativos em seu desenvolvimento. Entre eles estão o avanço da concorrência externa e o alto custo das matérias-primas. “O Brasil não consegue concorrer em condições iguais com a indústria asiática, por exemplo, que opera com subsídios altos do governo. É uma luta ingrata, de um peso pena contra o Mike Tyson”, afirmou Paulo Gala, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialista em desenvolvimento industrial, no painel ‘Insumo Base para os Diversos Mercados e Aplicações’.

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DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
Fortalecimento da indústria química amplia empregos e melhora renda

Setor gera 2 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos, com
salários acima da média e qualificação; agora, aposta também na economia
circular para ampliar o número de vagas e elevar os rendimentos

 
A partir da esquerda: Geralcino Teixeira; André Passos Cordeiro; Ministro Luiz Marinho;
Paula Cesarino Costa; e Anderson Nassif

Foto: Abiquim/Reprodução
“O Estado tem o desafio de estimular o desenvolvimento e isso representa gerar empregos de qualidade, inovar e aumentar a produtividade. Para isso há um caminho, o da indústria, e os caminhos de apoio, mais indústria, e se tiver dúvidas, aposte na indústria”, afirmou Luiz Marinho “, ministro do Trabalho e Emprego, na abertura do painel ‘Desenvolvimento Econômico e Geração de Empregos’.

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TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
Integração entre empresas e Estado pode deslanchar química verde

Indústria química deve ampliar a prática de economia circular, mas
precisa de políticas públicas de estímulo para o setor

 
A partir da esquerda: Cláudio Brandão (online); Rodrigo Rollemberg; Alexa Salomão; e Daniela Manique
Foto: Abiquim/Reprodução

A química verde no Brasil depende de integração entre Estado, empresas e a sociedade, pois países que não optarem por uma mudança nas linhas de produção lineares para a prática da economia circular (com uso de fontes renováveis) ficarão pelo caminho, colocando em risco o avanço do setor químico e o próprio desenvolvimento econômico do país. Essa é uma das principais avaliações de especialistas que participaram do painel “Transição para uma Química Verde”, o terceiro do seminário.

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POLÍTICAS PÚBLICAS
Alckmin diz que governo está
atento à competitividade do setor

Vice-presidente afirma que a União implementa uma série de medidas
antidumping e avalia plano estratégico elaborado pela Abiquim

 
Foto: Abiquim/Reprodução
A expectativa do setor químico brasileiro em obter apoio federal para seu salto de competitividade, no contexto da economia verde, encontrou ecos promissores. Ao encerrar o seminário, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que as regras da Nova Indústria Brasil - política de neoindustrialização centrada em incentivos fiscais e na expansão do crédito -, e do Plano de Transformação Ecológica, focado na infraestrutura, igualmente terão repercussões positivas sobre o setor. Pontualmente, ele destacou a retomada do Regime Especial da Indústria Química (REIQ). “Sabemos que não é suficiente”, reconheceu Alckmin diante de empresários da indústria química. “Mas quero dar uma palavra de estímulo aos investidores: nós estamos atentos à competitividade do setor químico.”

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